Aprendi sozinho, aprendi que sozinho é que é quando realmente fazemos as coisas para nós mesmos. Porque quando as fizemos sozinhos é quando realmente elas saem do nosso jeito. Não espere por ninguém. Não faça por ninguém. Faça sozinho e por você mesmo. Aprendi que tudo que vem fácil vai fácil, mas nem tudo que vem difícil vai dificilmente embora. Aprendi q às vezes a vida nos da algumas chances, mas nunca elas serão infinitas, é como alguém quando te dá conselhos, ela da um, dois, quando você realmente precisa três ou quatro no máximo, aprendi que tenho que tenho (não é repetição entenda que são dois que tenho) que entender esses conselhos e que nada (no sentido de alguma coisa como: “só preciso disso pra viver velho”) é tudo o que você precisa pra viver tudo.
É como se tivesse ido além do que realmente vivi sem ter vivido, é como se fosse além do tudo e antes do nada, e tivesse percebido quanta coisa poderia ter evitado, é como se pudessem corrigir meus erros incorrigíveis, pois sem eles não seria o que sou hoje, é como se pudesse voltar ao passado, mas sem poder tocá-lo ou modificá-lo, é como se tivesse morrido um dia antes da minha própria morte, mas assim estaria morto entre os destroços da minha vida que se passaram em vão, por um vão tão estreito q ninguém perceberia, entre meus dias de morto vivo sem ter morrido, mas um morto vivo que ainda assim prefere manter sua parte morta viva. E que eu viva mais dias como esses. Não como um pedido.. mas se sei que terei que enfrentá-los, porque não aceitá-los?
Ainda assim agradeço à alguém que não estou em um mundo em que não se aprende sozinho, pois assim aprendi que sozinho, tudo passa a ser nada, considerando que do nada tiramos tudo.
Ainda assim agradeço, que ao menos dessa vez não tive que quebrar a cara tão muito feio para aprender tudo isso sozinho, onde o sozinho estamos juntos no abismo entre eu e eu mesmo, onde sozinhos estamos entre o intervalo entre eu e eu mesmo.
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